“Diante da morte eu me sinto pequeno; diante da morte de um grande, eu me sinto menor ainda.”
Falar de Seu Geraldo é fazer referência a um proficiente educador, a um grande professor; a um patriarca exemplar; ao mestre de Boa Saúde.
E o que é um mestre? Senão um pai preocupado com a educação dos filhos; um missionário compromissado com o cumprimento efetivo da sua missão; um batalhador que se torna referência para muitos.
E o que é um mestre? Senão um determinado, um “louco de Deus” no exercício de sua profissão; um obstinado na demonstração da sua fé; um filósofo autodidata na busca da compreensão entre seus pares.
O Professor Geraldo foi um mestre a vida inteira; e sob sua tutela educacional, ficou uma legião de estudantes santanenses, que cresceram, aprenderam, se formaram, prosperaram; venceram na vida.
Ao mestre meu agradecimento de singelo aluno, pelo que aprendi sobre as letras e as ciências exatas; as artes, a literatura, a religião; a preparação para a vida.
Sua missão foi bem cumprida; seu legado, de uma significação indelével; sua recompensa, Mestre: o laurel dos vitoriosos.
Para a posteridade, a lição ainda é sua:
“Também, na escola, ansioso alguém deseja, que ali minha alma dedicada esteja para matar-lhe a sede do saber.”
E a palavra final também:
“Vai o pranto dos olhos brotando
E do peito feliz transbordando
A doce felicidade.
O terno coração já não resiste
Chorando alegre vai cantando triste
‘Um terno adeus de saudade’”.
Santana do Cariri, 03 de setembro de 2019.
RAIMUNDO SANDRO CIDRÃO-Professor.
04.09.2019


