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A vida é nosso bem mais importante e defendê-la deve ser nossa prioridade. O Congresso, governos estaduais e municipais têm buscado dar respostas, enquanto o governo federal bate cabeça. No entanto, temos falado muito pouco sobre uma das áreas cujos riscos parecem invisíveis: a educação.
Podemos regredir alguns anos em termos de aprendizagem se medidas para conter o aumento da desigualdade não forem tomadas. Precisaremos adaptar as escolas para receber parte dos alunos de forma segura: construir pias, abrir janelas em escolas climatizadas, comprar anti-sépticos, equipamentos de proteção individual, aprimorar a infraestrutura tecnológica para uma realidade mais informatizadas; temos também que resolver o problema da exclusão digital para que ninguém fique para trás no ensino híbrido, que combina presencial com ensino remoto, que será a realidade daqui para frente. Além disso, recursos terão que garantir os direitos dos trabalhadores da educação pública.
Para dar conta desses desafios, vejo quatro agendas que devem estar na pauta do país nas próximas semanas: 1. FUNDEB (PEC 015/2015); 2. Recursos Emergenciais de R$ 31 bilhões ainda em 2020 (PL 3165/2020); 3. Estratégia para o Retorno às Aulas (PL 2949/2020); 4. Acesso a conexão e tecnologias educacionais.
Se conseguirmos avançar nesses pontos, reduziremos os riscos de termos uma "geração da pandemia", crianças e jovens que tiveram seu direito à aprendizagem negado.
Assessoria de Imprensa
22.06.2020


