(Brasília - DF, 14/05/2020) Presidente da República, Jair Bolsonaro na rampa do Palácio do Planalto (Foto: Isac Nóbrega/PR)Em um mês, conforme o Estadão, foram 70 novos casos, implicando em duas contaminações por dia. Até o último dia 31 de julho, 31 servidores estavam em tratamento.
Em um mês, conforme o Estadão, fora, 70 novos casos, implicando em duas contaminações por dia. A Secretaria-Geral da Presidência informou que até o último dia 31 de julho, 31 servidores estavam em tratamento, 147 já estariam recuperados da Covid-19.
"A Presidência da República busca continuamente manter o ambiente de trabalho o mais seguro possível e não hesitará em adotar procedimentos complementares, caso necessário", diz a Pasta, que afirma ainda que mais de 50% dos funcionários estão em trabalho remoto ou escala de revezamento.
O primeiro caso de coronavírus no Planalto foi o de Fábio Wanjgarten, chefe da Secretaria Especial de Comunicação, que testou positivo no dia 12 de março, após viajar com a comitiva presidencial aos Estados Unidos. Jair Bolsonaro teve o diagnóstico confirmado no dia 7 de julho. O Planalto não teria recomendado quarentena para as pessoas que tiveram o mínimo contato com o presidente, contrariando opiniões de infectologistas.
"A orientação que damos aos servidores é procurar assistência médica quando apresentarem sintomas relacionados à Covid-19, para avaliar necessidade de testagem. Nos casos considerados suspeitos, os servidores são orientados a ficar em casa até o resultado do exame", disse o Planalto à época.
05.08.2020


