Pesquisadores avaliam impacto dos micro-organismos para controlar degelo
"Eles podem ser úteis como forma de aliviar o derretimento do gelo causado pelas florações de algas. Ainda não sabemos quão eficiente isso seria, mas esperamos responder a essas perguntas ao estudá-los mais a fundo", diz Laura Perini, do Departamento de Ciências Ambientais da Universidade de Aarhus, em um comunicado da universidade.
O estudo foi publicado na revista "Microbiome".
Os vírus encontrados são chamados de gigantes por terem aproximadamente 2,5 micrômetros. Para efeito de comparação, vírus comuns têm entre 20 e 200 nanômetros (1 nanômetro é igual a 0,001 micrômetro) e são cerca de mil vezes menores que uma bactéria. Esses, por sua vez, têm tamanho similar ao de uma bactéria, que geralmente mede entre 2 e 3 micrômetros.
Segundo o estudo, esses vírus medem aproximadamente 2,5 micrômetros. Para comparação, vírus comuns têm entre 20 e 200 nanômetros (1 nanômetro = 0,001 micrômetro), enquanto as bactérias geralmente medem entre 2 e 3 micrômetros.
Micro-organismos com tamanho semelhante foram primeiramente descobertos em 1981, no oceano. Essa é a primeira vez que eles são encontradas em camadas de gelo.
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Cariri Ativo
10.06.2024


