Investigações apontam que instruções para o crime foram dadas em tempo real
Tudo aconteceu em 7 de fevereiro, quando Luís Maurício Martins Gualda, advogado criminalista, a mando de Alexandre, entrou num apart-hotel de alto padrão localizado no bairro de Gragoatá, em Niterói, Região Metropolitana do Rio.
Usando terno, luvas e uma máscara realista de silicone que simulava a fisionomia de um homem calvo, arrombou a porta do apartamento e roubou cerca de dez relógios de luxo, pertencentes a um empresário da região, amigo pessoal de Alexandre.
Segundo as investigações, o advogado desconfiava de que havia cerca de US$ 1 milhão escondido no apartamento. O suspeito, que é ex-candidato a vice-prefeito de Niterói, também foi responsável por vender o imóvel, e conhecia bem a arquitetura do prédio para cometer o crime, segundo a Polícia.
O erro para descoberta do crime foi que Luís Maurício usou o próprio veículo na fuga, com os policiais o localizando em 6 de maio e, confessando tudo, apontou Alexandre como o autor intelectual e mandante do crime, de acordo com os investigadores.

Segundo a Polícia Civil, após o roubo, o suspeito deixou o hotel a pé, percorreu cerca de 300 metros e entrou no seu próprio veículo que havia deixado estacionado nas proximidades horas antes.
Ao refazer o trajeto da fuga, agentes da 76ª DP (Niterói), chegaram até o advogado criminalista Luís Maurício Martins Gualda, com as diligências sobre o caso ainda acontecendo.
diariodonordeste.verdesmares.com.br
Cariri Ativo
14.05.2025


