Documento com informação já foi encaminhado ao Ministério Público de São Paulo (MPSP)
"Infelizmente, aconteceu em vida, pois o animal apresentava hematomas compatíveis com a vida do animal. Quando o animal está sem vida, é um cadáver, você não consegue desferir golpes e causar hematomas, só quando o animal está em vida", explicou a veterinária.
O delegado acrescentou que, embora o cavalo estivesse desfalecido e pudesse aparentar estar morto, os golpes foram desferidos quando o animal ainda estava vivo.
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"Como a doutora muito bem colocou, o animal estava afrouchado, desfalecido, acredito que ele estava aparentemente morto, ainda mais para quem não é da área, como o rapaz, e agora realmente o laudo saiu, com a ajuda da doutora Luana, do doutor João, e o laudo comprova que os ferimentos foram causados em vida, o animal ainda estava vivo", declarou Melo.
O documento já foi encaminhado ao Ministério Público de São Paulo. O tutor do cavalo, identificado como Andrey Guilherme Nogueira de Queiroz, de 21 anos, apontado como responsável pela agressão, não foi preso.
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Cariri Ativo
28.08.2025


