Menino estava brincando com amigos na água no momento da tragédia.
O médico Levy Dalton, clínico geral que atendeu o adolescente, afirmou que ele já chegou à unidade de saúde sem vida devido à gravidade dos ferimentos. As informações são do g1.
"Ele tinha uma lesão bastante extensa, num local de artérias no membro inferior, e como a lesão foi bastante extensa, provavelmente ele perdeu bastante sangue. E isso foi o quadro que fez o levar a um quadro de óbito. Ele já chegou aqui na unidade sem vida", disse o médico.
Vítima sofreu parada cardíaca
Relatos de testemunhas apontam que o garoto foi mordido na região dos glúteos. Conforme a Secretaria Estadual de Saúde (SES), o menino estava brincando com amigos na água no momento da tragédia.
Um homem chegou a resgatar o garoto e tentou reanimá-lo no local. Moradores também socorreram Deivson e o levaram ao hospital, mas ele já havia sofrido uma parada cardiorrespiratória.
"Toda a equipe estava posta quando ele chegou aqui. Fizemos todas as medidas possíveis de acordo com o suporte avançado de vida. Mas, infelizmente, a gente não conseguiu reanimá-lo. Uma fatalidade, a gente, a equipe do hospital, deixa nossas condolências para a família e os amigos, mas infelizmente a gente não conseguiu fazer muito por ele", lamentou o clínico geral à frente do atendimento hospitalar.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) informou que foi acionado às 14h21 para uma ocorrência de "incidente envolvendo animal marinho". A equipe, no entanto, constatou que a vítima já havia sido socorrida quando chegou ao local.
"Como foi uma área extensa, com artérias, perdeu bastante sangue. [...] Seria um caso bastante difícil mesmo com o suporte da equipe avançada do Samu. Mas eu não sei se, se o Samu chegasse a tempo, o paciente chegaria com vida aqui. Não dá para saber, infelizmente", detalhou o médico Levy Dalton.
Próximo ao local do incidente, há uma placa de alerta para risco de ataques de tubarões. O Comitê Estadual de Monitoramento de Incidentes com Tubarão (Cemit) informou que a área é monitorada pelo órgão para registro de incidentes desde a década de 1990 "com a finalidade de estabelecer interdição para práticas de atividades náuticas pelo seu alto risco de incidentes", diz a nota.
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30.01.2026


