Os acusados passaram por uma audiência de custódia nesta quinta-feira (29).
Os acusados passaram por uma audiência de custódia nesta quinta-feira (29), em Goiânia, e vão continuar presos. O Ministério Público (MP) informou que, durante o procedimento, foi constatado que os mandados de prisão e de busca e apreensão foram cumpridos dentro da lei. As informações são do portal g1.
A defesa do síndico se manifestou afirmando que a audiência de custódia ocorreu normalmente. Cleber teria respondido a todas as perguntas formuladas e "segue contribuindo com as investigações".
Entenda o caso
O síndico Cléber Rosa de Oliveira confessou ter matado a corretora Daiane Alves Souza, que estava desaparecida em Caldas Novas, Goiás. O corpo dela foi encontrado na madrugada de quarta-feira (28), mesmo dia em que o homem e o filho foram presos suspeitos de envolvimento no crime.
Segundo apuração da TV Anhanguera, o administrador imobiliário conduziu os policiais até ao local onde teria abandonado o cadáver da mulher, às margens da GO-213, a cerca de 15 quilômetros da cidade.
Aos investigadores, o homem relatou que agiu sozinho e que assassinou a corretora no subsolo do prédio onde ela e ele trabalhavam, em 17 de dezembro, após terem discutido.
Daiane estava desaparecida desde essa data, após ser registrada pelas câmeras do local deixando o elevador rumo ao subsolo.
Possível motivação
Os dois tinham um histórico de conflito que, conforme o Ministério Público de Goiás (MPGO), começou em novembro de 2024, quando a mulher alugou um apartamento, de propriedade da mãe, para duas famílias de turistas.
Segundo a emissora, Cleber contou que colocou o corpo da mulher na carroceria da sua picape e saiu sozinho do prédio rumo à rodovia GO-213, que liga Caldas Novas a Ipameri e a Pires do Rio.
Inicialmente, no primeiro depoimento, ele afirmou que não deixou o condomínio na noite do desaparecimento da corretora. No entanto, a Polícia teria encontrado imagens que mostram ele saindo do prédio por volta das 20h daquele dia.
Além de Cléber, o filho dele, Maicon Douglas de Oliveira, também foi preso por suspeita de envolvimento no crime. As autoridades ainda conduziram coercitivamente o porteiro que atuava no condomínio para prestar esclarecimentos.
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30.01.2026


