Objetivo da “Fallax” é desarticular organização criminosa especializada em fraudes contra a Caixa Econômica Federal.
A PF divulgou apenas que a “Operação Fallax” cumpriu 43 mandados de busca e apreensão e 21 de prisão preventiva, expedidos pela Justiça Federal paulista, em cidades dos estados de São Paulo, do Rio de Janeiro e da Bahia.
Contudo, uma apuração do g1 revelou que Rafael e o ex-sócio do Grupo Fictor, Luiz Rubini, estão entre os alvos da operação. A Justiça também determinou a quebra de sigilo bancário de Rubini.
OPERAÇÃO FALLAX
Segundo a Polícia Federal, as fraudes podem alcançar valores superiores a R$ 500 milhões. A apuração policial indica que a organização criminosa utilizava empresas de fachada e estruturas empresariais para dissimular a origem dos recursos ilícitos.
O esquema criminoso seria viabilizado por funcionários de instituições financeiras, que inseriam dados falsos nos sistemas bancários para viabilizar saques e transferências indevidas. Posteriormente, os valores eram convertidos em bens de luxo e em criptoativos, com o intuito de dificultar o rastreamento.
Além das prisões preventivas e dos mandados de busca e apreensão, foram autorizadas medidas cautelares para o rastreamento de ativos financeiros, incluindo a quebra de sigilo bancário e fiscal de 33 pessoas físicas e 172 pessoas jurídicas.
Ainda segundo a PF, os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, estelionato qualificado, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta, corrupção ativa e passiva e crimes contra o sistema financeiro nacional, cujas penas podem ultrapassar 50 anos de reclusão.
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26.03.2026


