Entidade projeta receita recorde, acima de 13 bilhões de dólares, com mais de 93% do previsto já garantidos para o ciclo 2023 entre 2026.
Autor Jogada 10
A Fifa decidiu ampliar os valores de premiação para as seleções que disputarão a Copa do Mundo de 2026, marcada para ocorrer nos Estados Unidos, Canadá e México. A medida foi aprovada em reunião do Conselho da entidade, realizada nesta terça-feira (28/4) em Vancouver, no Canadá, e reflete a expectativa de receitas recordes para o torneio.
O campeão, que antes receberia 50 milhões de dólares (cerca de R$ 250 milhões), agora embolsará 51 milhões de dólares. Já o vice terá direito a 34 milhões de dólares (aproximadamente R$ 170 milhões), um milhão a mais do que o previsto anteriormente.
As seleções que ficarem entre o 33º e o 48º lugares também terão aumento, passando de 9 milhões para 10 milhões de dólares. Além disso, cada equipe receberá uma ajuda de custos de 2,5 milhões de dólares (R$ 12,5 milhões) para preparação, o que eleva o prêmio total do campeão a 53,5 milhões de dólares (quase R$ 270 milhões). No conjunto, a Fifa distribuirá 871 milhões de dólares em premiações, o equivalente a R$ 4,3 bilhões.
Fifa prevê arrecadação recorde
Os valores iniciais saíram de uma reunião no Catar, em dezembro, mas sofreram revisão diante da projeção de arrecadação histórica. Aliás, segundo relatório financeiro divulgado recentemente, a entidade já garantiu 93% da meta de 13 bilhões de dólares para o ciclo 2023-2026, período que compreende uma Copa até a seguinte. Em 2025, a receita chegou a 2,6 bilhões de dólares, o que representou, portanto, um aumento de 9% em relação ao valor previsto.
Nesta semana, além da reunião do Conselho, acontece também o 76º Congresso da Fifa em território canadense. O país será palco de 13 partidas da Copa do Mundo, com divisões entre Vancouver, que receberá sete jogos, e Toronto, com seis confrontos.
opovo.com.br
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29.04.2026


