O militar brasileiro preso, nesta terça-feira, pela Guarda Civil espanhola, transportava 39 quilos de cocaína em um avião da FAB integrado à comitiva do presidente Jair Bolsonaro. Confirmaram fontes da corporação policial ao jornal El País. A prisão ocorreu durante uma escala do avião reserva da presidência em Sevilha, no sul da Espanha, rumo a Tóquio, onde Bolsonaro participará da reunião do G-20.
Em nota, o Ministério da Defesa confirmou a detenção do militar por tráfico de entorpecentes, e Bolsonaro também escreveu um tuíte sobre o fato, cobrando apuração e pedindo à autoridade brasileira “imediata colaboração” á policia espanhola.
Fontes da Guarda Civil disseram ao El País que a detecção da droga e a posterior detenção do militar ocorreram quando os membros da tripulação e suas bagagens passaram pelo controle alfandegário obrigatório após a chegada a Sevilha. O militar foi levado para o comando da Guarda Civil na capital andaluza, e, nesta quinta-feira, passará à disposição judicial para responder por crime contra a saúde pública.
Mudança de rota
Após o fato registrado em Sevilha, a Presidência alterou a rota da viagem de Bolsonaro a Tóquio, segundo o portal UOL. Após decolar de Brasília, Bolsonaro fará escala em Lisboa em vez de Sevilha, segundo constava na sua agenda no final da noite de terça. O gabinete de imprensa do presidente não explicou o motivo da mudança.
Fonte: blogdoeliomar.com.br
26.06.2019


