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Com modernização da Rede de Vigilância, estratégias de prevenção serão ampliadas nas cinco regiões de saúde do Ceará

Com modernização da Rede de Vigilância, estratégias de prevenção serão ampliadas nas cinco regiões de saúde do Ceará

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A promoção de políticas públicas e de ações de saúde, de forma descentralizada e regionalizada, é um dos principais objetivos da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa). Desde a implantação da Plataforma de Modernização da Saúde, diversas iniciativas têm sido realizadas. A mais recente é o projeto para início da ampliação do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) e da Rede Nacional de Vigilância Epidemiológica Hospitalar (Renaveh) para as cinco regiões de saúde cearenses.

Com o repasse de recursos do Ministério da Saúde (MS), por meio do Programa Vigiar SUS, lançado em novembro de 2020 decorrente do contexto da pandemia da Covid-19, a Rede de Vigilância das cinco regionais de saúde conseguirá responder às demandas de emergência em saúde pública em tempo oportuno. Para isso, a Sesa instrumentalizará a gestão de suas Superintendências.

“Com a descentralização, as Superintendências terão oportunidade de dar respostas mais rápidas e traçar estratégias de vigilância em saúde mais eficazes, com monitoramento de eventos inusitados. Além disso, a interligação da rede de vigilância epidemiológica hospitalar garantirá que a gestão consiga estudar e detectar oportunamente as mudanças no perfil epidemiológico das doenças”, explica Ricristhi Gonçalves, coordenadora de Vigilância Epidemiológica e Prevenção da Sesa.

Rede de ampliação

Ao todo, 23 hospitais cearenses estão inseridos no Programa do MS – 14 deles são de gestão municipal e nove, de administração estadual. Fazem parte da ampliação do programa os hospitais estaduais de Messejana Carlos Alberto Studart (HM), Geral Waldemar Alcântara (HGWA), Regional Norte (HRN), Regional do Cariri (HRC) e Regional do Sertão Central (HRSC).

Fortalecerão a rede do Vigiar SUS, ainda, as unidades hospitalares estaduais Infantil Albert Sabin (Hias), Geral César Cals (HGCC), São José (HSJ) e Geral de Fortaleza (HGF); e os hospitais municipais São Vicente de Paula, em Barbalha, e o Instituto Doutor José Frota (IJF), na Capital.

A expansão também contará com 12 hospitais municipais, em Fortaleza e no interior do Estado. São eles: Regional de Iguatu; Regional de Icó; João Elísio de Holanda, em Maracanaú; Abelardo Gadelha da Rocha, em Caucaia; Doutor Estevam, em Sobral; Hospital e Maternidade São Lucas, em Juazeiro do Norte. Na Capital: Hospital e Maternidade Dra. Zilda Arns Neumann e os hospitais Distrital Evandro Ayres de Moura, Gonzaga Mota Distrital e Edmilson Barros de Oliveira.

A orientadora da Célula de Informação e Respostas às Emergências em Saúde Pública (Cerem), Sheila Santiago, reforça que a ampliação trará ganhos para a saúde do Estado. “Com essa ampliação, as estratégias de prevenção, controle e contenção de riscos e agravos de saúde, como surtos e epidemias, poderão ser combatidas com maior eficácia”.

Além da aparelhagem das sedes nas regiões, as equipes passarão por capacitações. O Programa Vigiar SUS possui eixos estratégicos para o fortalecimento da rede de Laboratórios Centrais, Imunização, Cievs e Serviços de Verificação de Óbitos (SVOs).

Suzana Mont'Alverne - Ascom da Sesa - Texto
Iza Machado - Arte gráfica

28.04.2021