69% das pessoas com enxaqueca no Brasil não fazem acompanhamento médico, revela pesquisa inédita Radar da Enxaqueca - Cariri Ativo - A Notícia Com Credibilidade e Imparcialidade
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69% das pessoas com enxaqueca no Brasil não fazem acompanhamento médico, revela pesquisa inédita Radar da Enxaqueca

69% das pessoas com enxaqueca no Brasil não fazem acompanhamento médico, revela pesquisa inédita Radar da Enxaqueca

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Divulgação

Levantamento mostra abandono do cuidado, baixa adesão ao tratamento preventivo e barreiras de acesso à saúde no país.

A enxaqueca ainda é tratada de forma insuficiente no Brasil. Dados da pesquisa inédita Radar da Enxaqueca, que avalia a prevalência de sintomas de enxaqueca, estima a proporção de indivíduos que não têm diagnóstico no país e mede o nível de impacto que essa condição tem na vida pessoal e profissional dos pacientes, revelam que 69% das pessoas que convivem com a condição não realizam acompanhamento médico atualmente, sendo que 43% já chegaram a procurar um médico, mas abandonaram o cuidado ao longo do tempo.
 

O levantamento, realizado pela Imagem Corporativa para a Teva Brasil em parceria com a Associação Brasileira de Cefaleia em Salvas e Enxaqueca (ABRACES), chama atenção para desafios relacionados ao acesso ao diagnóstico, continuidade do cuidado e tratamento adequado.


Apesar do impacto da doença na qualidade de vida, a pesquisa aponta que muitos pacientes ainda tratam apenas os sintomas agudos da enxaqueca. Segundo o levantamento, 42% realizam somente tratamento durante as crises, sem estratégia preventiva para controle das crises.


“Os dados mostram que muitos pacientes ainda convivem com a enxaqueca sem acompanhamento contínuo e sem acesso adequado ao tratamento preventivo, mesmo diante do impacto significativo da doença na rotina e na qualidade de vida. A falta de informação, barreiras de acesso e o desconhecimento sobre opções terapêuticas disponíveis contribuem para atrasos no cuidado e para a subnotificação da gravidade da condição”, afirma Dr. Mario Peres, Presidente da ABRACES.


A falta de informação aparece como uma das principais barreiras para o tratamento preventivo da enxaqueca. Entre os entrevistados que não realizam prevenção, 24% afirmam não saber que existem opções para controle da doença, enquanto 21% relatam medo de efeitos colaterais. Além disso, 17% dizem nunca ter recebido indicação médica para prevenção e 16% consideram a terapêutica muito cara.


A pesquisa reforça ainda a predominância do uso de medicamentos sem acompanhamento médico. Entre os entrevistados, 77% utilizam remédios prescritos por médicos durante as crises, mas 64% fazem uso sem prescrição.


Mario Peres explica que a enxaqueca é uma doença neurológica incapacitante que exige acompanhamento contínuo e individualizado. “A enxaqueca não deve ser tratada apenas no momento da dor. Quando o paciente não recebe acompanhamento adequado, existe maior risco de cronificação, piora da qualidade de vida, impacto emocional e uso excessivo de medicamentos para crise. O tratamento preventivo pode reduzir frequência, intensidade e incapacidade associadas à doença”, afirma o neurologista e presidente da ABRACES.


Os resultados também mostram desigualdades importantes no acesso ao cuidado. Entre as pessoas que possuem plano de saúde, 39% fazem acompanhamento médico, enquanto entre aqueles sem plano esse índice cai para 28%. Entre aqueles que não fazem acompanhamento médico, 35% recorrem ao SUS apenas durante as crises e 11% buscam atendimento via plano de saúde. Outros 26% afirmam nunca ter realizado acompanhamento para tratar a doença.

 

NOTA METODOLÓGICA

O estudo “Radar Sobre Enxaqueca no Brasil”, desenvolvido e coordenado pela consultoria Imagem Corporativa a pedido da farmacêutica Teva, foi dividida em dois módulos.


O primeiro módulo consistiu em pesquisa quantitativa de abrangência nacional realizado entre os dias 5 e 9 de junho de 2025, pela Ipsos-Ipec a pedido da Imagem Corporativa, com o objetivo de identificar a prevalência de pessoas com enxaqueca no Brasil e a subnotificação de diagnósticos da doença.


A amostra é representativa da população brasileira com 16 anos ou mais. Foram realizadas 2.000 entrevistas em 132 municípios, segundo cotas de sexo, idade, região, escolaridade, cor autodeclarada e ramos de atividade conforme dados do CENSO2022 e PNADC 2023.


A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%, sobre os resultados encontrados no total da amostra.


O segundo módulo do estudo também é composto por uma pesquisa quantitativa, com o universo de brasileiros adultos (18 anos ou mais) mas apenas dos que já têm o diagnóstico formal de enxaqueca.


A abordagem foi online por meio de painel representativo do Instituto de Pesquisas Qualibest. Foram realizadas 408 entrevistas entre os dias 23 e 29 de junho de 2025. A margem de erro é de 5 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

 

Sobre a Teva

A Teva Pharmaceutical Industries Ltd. (NYSE e TASE: TEVA) vem desenvolvendo e produzindo medicamentos para melhorar a vida das pessoas há mais de um século. Somos líderes globais em medicamentos genéricos e especializados, com um portfólio composto por mais de 35.000 produtos em quase todas as áreas terapêuticas. Cerca de 200 milhões de pessoas em todo o mundo utilizam um medicamento da Teva todos os dias, e são atendidas por uma das maiores e mais complexas cadeias de suprimentos do setor farmacêutico. Juntamente com nossa presença estabelecida em genéricos, temos pesquisas e operações inovadoras significativas que apoiam nosso crescente portfólio de produtos biofarmacêuticos e especializados.

 

Sobre a Teva Brasil

No Brasil desde 2006, a Teva oferece um portfólio diversificado de tratamentos, com destaque para especialidades como sistema nervoso central, doenças raras, oncologia e hematologia. As pessoas estão no centro de tudo o que a empresa faz, com iniciativas voltadas ao cuidado humanizado de pacientes, além de ações contínuas de apoio e capacitação dos seus colaboradores.

Saiba mais em www.tevabrasil.com.br.

 

SOBRE A ABRACES

Fundada em 2006, a ABRACES é uma entidade civil, sem fins lucrativos, dedicada a melhoria da qualidade de vida dos que sofrem com cefaleias. Somos uma Associação formada por pacientes e profissionais de saúde que atuam para promover conscientização do impacto pessoal, profissional e socioeconômico causado pelas cefaleias em salvas e enxaqueca, educação de paciente para melhor controlar as dores de cabeça e lutar por melhores políticas públicas e direitos a quem convive com essas cefaleias.

Dores de cabeça são uma das principais causas de incapacidade, falta ao trabalho, e perda da qualidade de vida. Cefaleia tensional e enxaqueca são as duas doenças neurológicas mais prevalentes no mundo, na frente do AVC, Alzheimer e Parkinson. Apesar do enorme impacto, cefaleias recebem pouquíssima atenção das políticas públicas de saúde.

A ABRACES defende o acesso a saúde dos que sofrem com cefaleias. Acreditamos que os que tem cefaleias precisam saber o que tem. A partir disto, sabendo o seu diagnóstico, que possam ter acesso ao tratamento, e que este tratamento seja adequado e resolutivo, e o impacto da doença seja reduzido. Todos precisam estar engajados para que essa cadeia de desafios tenha sucesso.

A medicina avança a cada ano, novas descobertas são divulgadas, novos tratamentos surgem. A ABRACES é uma associação independente que se compromete com a melhor e mais justa implementação de novos tratamentos e o melhor manejo dos recursos. Para isso, articulamos com entidades de vários segmentos da sociedade, agências reguladoras, empresas, associações médicas, poder público, lutando sempre pelo ator principal da cena, o cidadão que sofre na pele com o problema.

Nada mais importante que materializar este nosso compromisso pautado em regras bem definidas, estruturando o nosso código de conduta, ratificando o nosso respeito ao mais alto teor ético, de transparência e independência, para que permaneça a legitimidade e longevidade desta causa nobre.

 

Para mais informações:

 

Imagem Corporativa

Catarina Marrão – 11 99342-8644

catarina.marrao@iccom.com.br 

 

Rafael Lopes – 11 98590-3582

rafael.lopes@imagemcorporativa.com


caririativo.blogspot.com


16.06.2026