Conforme reportado pela imprensa local, Katalin entrou um supermercado em Città dela Pieve, comunidade na região Central de Úmbria, próximo a Toscana, e gritou por ajuda com o corpo da criança nos braços. Logo após, ela deixou os restos mortais do filho no balcão.
O bebê tinha nove marcas de facadas entre o tórax e o pescoço, de acordo com a polícia, e estava com roupas encharcadas de sangue. Posteriormente, parte da roupa do menino foi encontrada em um prédio abandonado nas proximidades do estabelecimento.
A polícia italiana prendeu a mulher, e uma faca escondida dentro da bolsa dela, com sangue que seria do bebê, foi apreendida. Ela responderá por homicídio doloso.
O inquérito, inicialmente, trabalha com a hipótese de que o crime foi uma “vingança” contra o pai do garoto. Katalin e Norbert haviam se separado há poucos meses e lutavam na Justiça pela custódia do menino.
O homem informou à polícia húngara que recebeu uma imagem do filho morto pelo WhatsApp pouco antes de a ex-mulher ter ido ao supermercado.
A mãe negou à polícia que tenha matado o bebê, mas, de acordo com publicações na imprensa, ela “prestou três versões contraditórias em depoimento” aos investigadores.
Há um mês, a Justiça da Hungria decidiu por dar a guarda do bebê a Norbert, mas Katalin, que vivia no país, fugiu para a Itália com o filho.
Fonte: O Tempo
miseria.com.br
06.10.2021


