Realizada desde 2009, a iniciativa reúne projetos de jovens e lideranças de vários países do mundo com propostas para combater a xenofobia e promover a paz e inclusão social. Joana foi a única representante brasileira no evento, que excepcionalmente, assim como em 2020, precisou ser realizado de forma virtual devido à pandemia de Covid-19.
A estudante foi premiada na categoria Valorização da Diversidade Cultural. Ela integra o Grupo de Estudos e Pesquisas em Direitos Humanos Fundamentais (GEDHUF) ligado ao Departamento de Direito da URCA.
A premiação foi anunciada no último dia 7 de dezembro. Para Joana, o reconhecimento internacional serve como incentivo não só para ela, mas também a outros jovens que estão empenhados em lutar pelo combate às desigualdades e respeito aos direitos e garantias fundamentais dos seres humanos.
“Também é importante ver que a premiação brasileira, de certa forma, mostra que nós brasileiros, que lidamos diariamente com esses problemas, estamos nos comprometendo a pensar estratégias para minimizá-los, e sendo reconhecidos por órgãos internacionais, por isso”, disse. A estudante considera que o grande desafio da humanidade nesta década é o combate às desigualdades sociais agravadas no período pandêmico.
Na avaliação de Joana, a saída para o problema passa diretamente pelas ideias e atitudes de jovens comprometidos com os direitos humanos. “Iniciativas como essa [da ONU] são uma forma de oportunizar os jovens a pensarem soluções dentro e fora de seus países”, comentou a estudante.


