Legenda: Casal disse que passou frio e fome ao ser capturado no aeroporto de FrankfurtFoto: reprodução/TV GloboVítimas de uma quadrilha de tráfico internacional de drogas, as duas ficaram 38 dias privadas de liberdade em uma unidade prisional alemã.
Ela relatou passar o tempo todo rezando e pedindo para a experiência ser somente um sonho. "A sensação de injustiça era muito grande. Ficar num presídio com você sabendo que era inocente. Isso dói muito mais".
Naquele lugar tinha assassinas em série, incendiárias... Era insalubre de várias maneiras, mental e fisicamente", acrescentou Kátyna.
No fim, o casal afirmou que a experiência ruim na Alemanha não as impedirá de continuar viajando. "Vamos continuar viajando, com malas de mão", disse Jeanne.
A gente espera que a partir daqui muita coisa mude. A gente paga muito caro pelas bagagens e o mínimo que as companhias devem dar é segurança. Não desejo isso para ninguém. Não quero que ninguém na vida passe por isso que passamos", completou.
As duas brasileiras retornaram ao Brasil, especificamente para Goiânia (GO), na semana passada, após a Justiça nacional enviar a confirmação das trocas das etiquetas realizada por uma quadrilha no Aeroporto de Guarulhos, São Paulo, às autoridades alemãs, que liberou o casal na última terça-feira (11). Na sexta-feira (14), elas desembarcaram e se reencontraram com a família após 38 dias presas.


