A quantidade correta de medicamentos que ajudam na produção da vitamina D é individualizada e não existe uma dose padrão. Algumas diretrizes em Saúde indicam quantidades de 500 a 2 mil unidades de vitamina D por dia, dependendo de idade e do nível do hormônio apresentando no exame de sangue.
Diminuição da densidade mineral óssea, que pode resultar na osteoporose, fraqueza muscular, de unhas e cabelos, maior risco de queda em idosos são alguns dos sinais da falta de vitamina D. “Existem também suposições de que a falta da vitamina D pode interferir, inclusive, na sensibilidade à insulina e, consequentemente, diabetes. Transtornos de humor e depressão também são doenças que podem estar associadas e há diversos estudos em andamento sobre o assunto”, comenta a endocrinologista Dra. Lorena Lima Amato.
Se a falta desse hormônio pode causar tudo isso que acabamos de ler acima, o contrário, ou seja, o excesso também pode ser prejudicial, ocasionando depósito de cálcio em alguns tecidos, órgãos, aumento da chance pedra nos rins e até alterações no eletrocardiograma.
A endocrinologista comenta ainda que existem alguns estudos tentando correlacionar que os níveis maiores que 50 nanogramas por ml estariam associados a uma melhor performance muscular e melhor saúde óssea.
badalo.com.br
22.06.2023


