Legenda: Procedimento da parte final da demolição ocorreu às 14h e durou apenas 15 segundosFoto: Reprodução/TV AnhangueraPonte fazia conexão com os Estados desde os anos 1960 e desabou pela primeira vez em 22 de dezembro de 2024
O material, com 200kg de explosivos, foi posicionado estrategicamente para causar "fraturas" no concreto e provocar o desmonte da estrutura da ponte. Técnicos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) monitoraram o processo. Foi utilizada a técnica de calor intenso e explosivos, conforme informações do g1.
Como aconteceu o desabamento em 2024
Foi na tarde do último dia 22 de dezembro que o vão central da ponte JK cedeu. O acontecimento era esperado. Condições da estrutura já eram motivo de reclamação de autoridades e moradores tanto de Aguiarnópolis como de Estreito.

Do lado tocantinense, o vereador Elias Júnior (Republicanos) estava fazendo um vídeo para denunciar a situação da ponte no momento em que ela cedeu. Uma vez tendo sido abertas fendas na estrutura que não desabou, carros e caminhões acabaram ficando presos na estrutura.
Apenas quando o acidente completou um mês, em 22 de janeiro, os veículos começaram a ser retirados. Um dos proprietários chegou a conseguir uma liminar na Justiça Federal para conseguir reaver o carro que ficou atravessado em um dos buracos da ponte.
Vítimas
Entre os veículos que caíram no rio, estavam carretas carregadas de defensivos agrícolas e ácido sulfúrico. As cargas perigosas poderiam causar um desastre ambiental, mas os frascos não chegaram a se romper.
Quanto às vítimas, foram 18. Desse número, o único sobrevivente foi Jairo Silva Rodrigues. Ele foi encontrado ferido no rio logo após o colapso da estrutura. Além dele, os corpos de outras 14 pessoas foram localizados.
Até este domingo ainda há três pessoas desaparecidas. Eles são Salmon Alves Santos, 65 anos, e o neto, Felipe Giuvannuci, de 10 anos, e Gessimar Ferreira da Costa, de 38 anos.
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Cariri Ativo
03.02.2025


