Segundo o Ibama, não houve vazamento de petróleo.
Segundo a Petrobras, o vazamento ocorreu no domingo (4) e foi "imediatamente contido e isolado". O Ibama informou que já está ciente do caso e que não houve vazamento de petróleo.
O material vazado foi o fluido de perfuração, conhecido como "lama", um líquido que possui aditivos de baixa toxicidade, comum em perfurações no mar. As informações são do g1.
"Não há problemas com a sonda ou com o poço, que permanecem em total condição de segurança. A ocorrência também não oferece riscos à segurança da operação de perfuração", assegurou a Petrobras.
A nota da estatal diz ainda que medidas de controle foram adotadas, assim como os órgãos competentes foram notificados. Conforme a Petrobras, o fluido "atende aos limites de toxicidade permitidos" e é biodegradável, sem risco ao meio ambiente ou à população.
A região da Foz do Amazonas fica na Margem Equatorial, que se estende do Amapá ao Rio Grande do Norte. A autorização dada pelo Ibama para a Petrobras é exclusiva para pesquisa exploratória, sem permissão para a produção de petróleo.
Problema de despressurização provoca vazamento, diz Ibama
Um problema de despressurização provocou o vazamento de um líquido conhecido como fluido hidráulico, de caráter biodegradável, afirmou o presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho.
“Não há petróleo no vazamento. A sonda ainda não alcançou o petróleo. Isso só ocorrerá em fevereiro”, disse o gestor.
A Petrobras segue em contato com o Ibama desde a segunda-feira (5), e o plano de emergência está funcionando conforme o previsto. “Nos próximos dias, a Petrobras fará os reparos e retomará os trabalhos", destacou Agostinho.
A estatal declarou que as operações foram interrompidas, as linhas afetadas foram isoladas na superfície e a válvula de fundo foi mantida fechada.
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07.01.2026


