Inquérito foi concluído na terça-feira (3), com pedido de internação provisória do jovem.
A gravação é usada para contestar a autoria atribuída ao jovem e questionar a cronologia apresentada no inquérito.
O inquérito foi concluído na terça-feira (3), com pedido de internação provisória do adolescente. Os advogados negam a participação do jovem e afirmam que o conteúdo do vídeo contraria a versão policial, já que o cachorro estava andando em um horário supostamente posterior ao ataque.
A delegada Mardjoli Valcareggi confirmou a autenticidade das imagens, mas afirmou que a Polícia Civil não sustentou que o cão tenha morrido logo após as agressões. Nas cenas, dois cães aparecem na calçada, e Orelha surge à esquerda, sai de um arbusto e segue pela rua.
À NSC TV, o advogado Alexandre Kale disse que a gravação evidencia fragilidade nos indícios reunidos. Segundo ele, não há imagens do momento da agressão nem testemunhas presenciais, e não seria possível determinar com precisão o horário da morte do animal, diante do período em que ele ficou desaparecido.
Polícia diz que lesão sofrida por cão evoluiu por dias
A Polícia Civil informou que testemunhas viram o cão ferido no dia 4 e que, no dia seguinte (5), pessoas responsáveis pelo resgate relataram agravamento do quadro de saúde.
Conforme a delegada, depoimentos e laudos indicam que a lesão evoluiu ao longo de dois dias.
Ainda segundo a investigação, profissionais que atenderam o animal apontaram que o ferimento na cabeça identificado em Orelha não era imediatamente fatal, mas compatível com agressão ocorrida cerca de dois dias antes da morte.
A Polícia também analisou imagens de câmeras de segurança que, de acordo com o inquérito, indicam contradições no depoimento do adolescente.
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06.02.2026


