Outros dois casos prováveis seguem em investigação.
Em nota, o Ministério da Saúde informou que mantém monitoramento contínuo da situação e destacou que o Sistema Único de Saúde (SUS) está preparado para atender pacientes com sintomas e identificar precocemente novos casos, com o objetivo de conter a transmissão.
Diagnóstico
O diagnóstico da mpox é realizado por meio de exames laboratoriais, como teste molecular ou sequenciamento genético. O exame é indicado para todos os pacientes com suspeita da doença.
A coleta da amostra é feita, preferencialmente, a partir da secreção das lesões.
Quando as lesões já estão secas, são enviadas as crostas para análise. As amostras são encaminhadas aos laboratórios de referência no Brasil.
Transmissão
A principal forma de transmissão ocorre pelo contato direto pessoa a pessoa, especialmente com lesões na pele, secreções e fluidos corporais, como pus e sangue das feridas. Lesões na boca também podem transmitir o vírus por meio da saliva.
A infecção pode acontecer ainda pelo contato com objetos contaminados, como roupas, toalhas, lençóis e utensílios utilizados por pessoas infectadas.
A transmissão por gotículas respiratórias exige contato próximo e prolongado, o que aumenta o risco entre profissionais de saúde, familiares e parceiros íntimos.
A pessoa infectada pode transmitir o vírus desde o início dos sintomas até a cicatrização completa das lesões e formação de nova camada de pele.
Atualmente, o tratamento dos casos de mpox tem se sustentado em medidas de suporte clínico com o objetivo de aliviar sintomas, prevenir e tratar complicações e evitar sequelas. A maioria dos casos apresenta sinais e sintomas leves e moderados. Não há medicamento aprovado especificamente para mpox.
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26.02.2026


