Advogados de Thiago Gomes de Oliveira alegaram que a prisão é uma medida extrema e desnecessária.
A agressão contra a mulher teria ocorrido no último dia 6 de fevereiro. Conforme a Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), o vereador de 33 anos tem antecedentes criminais por injúria e ameaça no âmbito da violência doméstica. O mandado foi cumprido por policiais civis da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) do Crato.
Conforme as investigações, Thiago Gomes teria invadido a casa da ex-companheira, uma mulher de 35 anos, e a atacado, tentando sufocá-la. O político ainda teria derrubado a vítima no chão.
Nos autos, a defesa do parlamentar aponta vícios na condução do processo. Os advogados sustentam que tanto as acusações contra o parlamentar quanto o descumprimento das medidas protetivas são falsos e feitos sem qualquer prova.
Os advogados argumentam ainda que a prisão de Thiago Gomes é uma medida extrema e desnecessária, já que ele é um vereador eleito, possui ocupação lícita, residência fixa, é réu primário, possui bons antecedentes e é considerado uma pessoa pacífica.
Ao Diário do Nordeste, a assessoria de imprensa do União Brasil informou que a legenda "acompanha com atenção as informações divulgadas sobre o caso". "O partido repudia qualquer forma de violência contra a mulher e aguarda o esclarecimento dos fatos pelas autoridades competentes para adotar as medidas cabíveis", completou.
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11.03.2026


