Autor Bemfica de Oliva
A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualizou as vacinas para Covid-19 que podem ser aplicadas no Brasil. A mudança ocorreu em reunião do órgão na terça-feira, 24.
A alteração permite o uso da nova cepa JN.1 do vírus, derivada da variante Ômicron. Ao mesmo tempo, foi permitido manter os imunizantes baseados na cepa LP.8.1, em uso atualmente.
O objetivo da mudança foi evitar atrasos no cronograma de vacinação do Ministério da Saúde. Assim, a pasta tem mais flexibilidade para determinar qual imunizante será aplicado.
Anvisa debate lista de medicamentos de baixo custo e liberação de produtos
Ainda durante a reunião, o colegiado ampliou a lista de medicamentos de baixo custo. O processo de liberação para venda de remédios desta categoria é mais simples que de outros fármacos. Foram incluídas na lista as seguinte substâncias: iodopovidona, paracetamol, simeticona e subsalicilato de bismuto.
Outro tema discutido foi a liberação de ingredientes para suplementos alimentares. Veja abaixo os componentes cujo uso foi autorizado:
- Óleo de amêndoa de baru;
- Óleo de microalgas Schizochytrium sp. ATCC PTA-9695 com DHA;
- Concentrado de açaí liofilizado;
- Bifidobacterium animalis subsp. lactis CCT 7858;
- Streptococcus salivarius K12.
Por fim, foi debatida a suspensão da venda de produtos para unhas. Itens contendo as substâncias óxido de difenil (2,4,6-trimetilbenzol) fosfina (TPO) e N,N-dimetil-p-toluidina (DMPT) foram apontados como cancerígenos em testes com animais.
Por isso, a agência decidiu manter a proibição de venda, determinada em outubro de 2025, até que sejam analisados os recursos apresentados à Anvisa pelos fabricantes dos produtos.
opovo.com.br
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26.03.2026


