Resultado de novo estudo sobre polilaminina ‘não permite conclusões’ sobre eficácia - Cariri Ativo - A Notícia Com Credibilidade e Imparcialidade
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Resultado de novo estudo sobre polilaminina ‘não permite conclusões’ sobre eficácia

Resultado de novo estudo sobre polilaminina ‘não permite conclusões’ sobre eficácia

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Legenda: Medicamento ainda está na fase 1 de testes.
Foto: Reprodução.

Pesquisa sobre os resultados do tratamento foi publicada na revista científica Spinal Cord e cita “diversas limitações”.

Escrito porRedaçãoproducaodiario@svm.com.br

Em estudo sobre a polilaminina publicado nessa terça-feira (4) na revista científica Spinal Cord, que é revisada por pares, cientistas ligados à pesquisa reconheceram “diversas limitações” nos resultados.


Segundo artigo publicado no periódico assinado por pesquisadores como a brasileira Tatiana Sampaio, os resultados não “permitem” chegar a conclusões sobre eficácia do tratamento de lesões na medula espinhal em humanos com a proteína


Resultados aparentemente promissores tinham sido divulgados pela equipe ligada à pesquisa em 2024, em um artigo que havia sido publicado sem revisão de outros especialistas.


O texto do atual artigo, porém, afirma que “diversas limitações devem ser reconhecidas”. “Este foi um pequeno estudo piloto exploratório envolvendo apenas oito participantes, e a ausência de um grupo controle impede qualquer inferência causal sobre a eficácia do tratamento”, afirmam.

Fase 1 de estudos clínicos liberada pela Anvisa não começou

No começo de 2026, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) havia liberado a fase 1 de estudos clínicos com a proteína, que busca atestar a segurança do uso em humanos. 


Segundo informações do Estadão, essa fase tinha previsão de início entre abril e maio, mas ainda não foi iniciada. Pontos como eficácia e dosagem só podem ser testados em fases posteriores.

Erros em dados e resultados foram reconhecidos

Em maio deste ano, a pesquisadora Tatiana Sampaio havia adiantado à imprensa que novo estudo sobre a proteína, dessa vez revisado por pares, seria publicado “em breve”. 


Dois meses antes, em março, a cientista chegou a reconhecer que o artigo anterior sobre os primeiros testes do uso da substância tinha erros em dados e resultados, tendo sido corrigido. Mesmo após a versão corrigida, duas revistas rejeitaram a publicação do estudo.


diariodonordeste.verdesmares.com.br

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06.08.2026