Variante ainda não foi identificada no Brasil. Segundo a OMS, apesar do alerta, não há motivo para pânico.
Apelidada de "Cicada", a variante BA.3.2 foi detectada inicialmente na África do Sul, em novembro de 2024.
Apesar do tempo desde a primeira aparição, a variante se espalhou mais recentemente em uma crescente desde o fim do ano passado, por isso o apelido em referência às cigarras, insetos que costumam passar despercebidos antes de infestarem um ambiente.
Ela soma entre 70 e 75 modificações, se comparada a outras variantes do Sars-CoV-2. A estimativa de órgãos sanitários internacionais, é de que a BA.3.2 já foi detectada em 23 países, incluindo China e Estados Unidos. No Brasil, não há registros da linhagem.
Na prática, os sintomas de quem é infectado são semelhantes aos de outras variantes: dor de garganta, tosse seca, dor de cabeça, febre e cansaço. Há ainda relatos de náuseas e diarreia.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), apesar do alerta, não há motivo para pânico. Os imunizantes aplicados na população mundial devem oferecer proteção contra casos mais graves da doença.
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30.03.2026


