Coletiva de imprensa deve ouvir pessoas relacionadas a suposta aparição alienígena.
Três jovens mineiras – Liliane, Valquíria e Kátia – ainda relatam com intensidade o encontro com uma criatura de aparência incomum em um terreno baldio do bairro Jardim Andere. Para elas, o tempo congelou naquele dia. O episódio, que mobilizou militares e gerou manchetes em todo o país, completa 30 anos e segue como símbolo cultural e turístico da cidade.
O que esperar da coletiva
O dia 20 de janeiro está sendo muito esperado por todos que buscam compreender se realmente somos visitados. Segundo o comunicado oficial, o encontro em Washington terá como destaque o depoimento de um neurocirurgião brasileiro, que afirma ter atendido em hospital de Varginha um ser vivo de origem desconhecida.
Esse relato, somado a documentos e testemunhos militares, promete reacender debates sobre a presença de formas de vida além da Terra. Além disso:
- Autoridades norte-americanas pretendem discutir a relevância do caso dentro do contexto atual de investigações sobre UAPs (Unidentified Aerial Phenomena)
- Testemunhas brasileiras terão espaço para relatar suas experiências diretamente ao público internacional
- Pesquisadores e parlamentares dos EUA devem avaliar implicações políticas e científicas do episódio
Entre os relatos mais controversos ligados ao caso de Varginha, está o do militar Marco Eli Chereze, que teria participado da captura de uma criatura em janeiro de 1996. Segundo testemunhas, ele teria manuseado o ser sem proteção adequada, sofrendo um arranhão que muitos descrevem como resultado de unha.
Dias depois, desenvolveu uma infecção grave e acabou falecendo, fato que alimentou ainda mais o mistério em torno do episódio.
O 'ET de Varginha' existiu?
Eu, particularmente, não acredito que seja algo de outro mundo. Entre as diversas hipóteses levantadas ao longo dos 30 anos do caso de Varginha, uma das mais discutidas sugere que a suposta criatura avistada poderia ter sido, na verdade, uma pessoa em condição de rua, com problemas mentais e aparência debilitada.
Essa interpretação se apoia em relatos sobre postura curvada, olhar estranho e comportamento desorientado, características que poderiam ter sido confundidas com algo extraordinário em um momento de tensão coletiva no Pentágono. Existe um laudo de material biológico coletado da criatura (que não significa que é de outro mundo).
Acredito que uma pessoa em situação de rua se contaminou com algum produto químico, isso explica seu aspecto. Alguns produtos químicos podem fazer cair o cabelo e inchar os olhos. Isso também explica sua morte e a do militar que teve contato.
Além do mais, se fosse um ser de outro planeta, ele não iria ser frágil pra morrer logo aqui e ainda no mato.
Além disso, existe um fenômeno popular de ruído e muitos aproveitam para brincar adicionando mais ruído ainda. O que foi confessado por muitos relacionado ao caso.
Apesar de tudo, três décadas depois, o ET de Varginha segue vivo no imaginário coletivo, que insiste em buscar respostas para o desconhecido.
*Esse texto reflete, exclusivamente, a opinião do autor.
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16.01.2026


