A defesa alegou problema de saúde e a comissão marcou oitiva do dono do Banco Master para 19 de fevereiro.
Segundo o presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), o adiamento atendeu a um pedido da defesa, que alegou questões de saúde e se comprometeu a não acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) para evitar o comparecimento ou garantir o direito ao silêncio.
No lugar de Vorcaro, a CPMI deve ouvir o presidente do INSS, Gilberto Waller Júnior, para prestar esclarecimentos sobre a atuação do órgão na fiscalização de contratos de crédito consignado.
Viana também afirmou que conversou com o ministro Dias Toffoli, relator do inquérito sobre o Banco Master no STF, que teria concordado com a liberação do banqueiro para depor e com o compartilhamento de parte das investigações com a comissão.

A CPMI apura irregularidades em contratos de empréstimos consignados do Banco Master. Segundo o senador, cerca de 250 mil contratos foram suspensos pelo INSS por falta de comprovação documental, e Vorcaro deverá explicar como os descontos ocorreram sem autorização e quais medidas foram adotadas para ressarcir os clientes.
O Banco Master afirma, em nota, que sempre atuou em conformidade com as normas do INSS e que possui os registros de consentimento exigidos para a concessão do crédito.
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04.02.2026


